Prévia: Black Ops II

Após muito chilique e segredo, o novo Call of Duty do ano foi anunciado, e nada mais é do que a sequência do game que bateu caralhadas de recordes de venda: Black Ops 2. Então a Treyarch se pronunciou a respeito do game, e disse que não quer fazer somente uma sequência do jogo, e sim ultrapassar os limites. Nada mais justo do que adiantar um pouco a história para 2025 e ver que m$rda rola.

A maior hesitação por parte dos players e da imprensa em Black Ops 2 se dá na mudança drástica na narrativa do jogo, que foi mudada de um enredo dos anos 80, durante a Guerra Fria, crível e com referências históricas (nem que seja propriamente apenas pelo fato de ser na Guerra Fria) para um futuro próximo e fictício. Eu, Bitmaster, creio que esta preocupação se esvaiu (ou pelo menos parte dela) quando o diretor do game pediu uma ajudinha de David Goyer -nada mais nada menos do que o roteirista de Batman Begins, Batman: Dark Night e o próximo filme do Superman (Man of Steel)- com a história, 18 meses atrás. 

A Treyarch também se pronunciou acerca da credibilidade da história do jogo, e nos deu um parecer de que a mesma, sim, faria sentido. Peter Singer, autor de "Wired for War", também deu uma ajudinha de como as guerras futuras seriam. Os robôs farão (sim, maluco, FARÃO. Os robôs vão emergir e você tem de estar preparado) uma grande diferença na guerra; os motivos da mesma guerra se dariam pelos conflitos e tensões globais.

Metais raros. Isso mermo, a parada tá começando a ficar meio estranha, mas ramo lá. Estes metais aí são usados como elementos-chave às novas tecnologias do dia-a-dia, como tablets, celulares, computadores, turbinas de ar, bateria híbrida para carros e muita m&!@#¨% aê. Também há uma implementação nos mecanismos de guerra como tecnologia para espionagem, e umas aeronave muito doida, os drones. Estas aeronave muito doida vão ser muito importantes na guerra futura, e mudarão bastante como os armamentos vão funcionar.


Ao contrário do que muita gente pensava, Frank Woods (relaxa, pode googlear mesmo se você não lembrar... papai bitmaster deixa) ainda está vivo, e parte da narrativa vai se dar pela visão desse maluco. Alex Mason, o protagonista do primeiro jogo da série, também está de volta, e parte da narrativa se dará por parte dele. David Mason, filho de Alex, também aparece na narrativa como personagem jogável.

Esta guerra fria DUFUTURO ocorre quando Raul Menendez, o vilão da vez, cria o primeiro equipamento ameaçador e começa a ameaçar os militares de invadir sua infraestrutura, hackeando os drones, mísseis, robôs e outros equipamentos militares controlados digitalmente. Com essa invasão, o maluco consegue mandar os 'drones' para as principais cidades dos Estados Unidos - incluindo Los Angeles, aonde o presidente e o filho de Alex Mason, David Mason, se encontram.

Nós, membros BÍTICOS deste site, somos discriminados por sermos de outro planeta, e não obtivemos a versão DEMO do game, por isso não podemos entrar muito em detalhes sobre os detalhes do mesmo. Mas vamos lá, com apenas algumas coisinhas que conseguimos pescar da interwebs.


Algumas missões dentro de Black Ops II terão um estilo sandbox, aonde os players podem concluir seus objetivos da maneira que bem entenderem - assim como usar as armas, métodos, e tropas que lhes são dispostos. Estas são chamadas Strike Force. Se o jogador quiser ver o level antes mesmo de completar as missões, há esta possibilidade; assim como o jogador que prefere jogar da maneira normal dos Call of Duty's anteriores. Porém, o resultado das missões podem alterar a geopolítica do jogo -um exemplo: o presidente dos Estados Unidos pode ser um chimpanzé. Ou seja, você poderá falhar em suas missões e mesmo assim a história vai continuar.

Dan Bunting, diretor de 'Online' (?) do jogo, já mostrou gráficos muito interessantes e bonitos em Black Ops II. Os sistemas e os processos de 'pipelines' foram refinados, e os gráficos do game se parecem fotorealistas. Uma nova engine de 'iluminação' também foi mostrada por Dan Bunting, e a mesma permitirá um visual muito natural, iluminando áreas escuras equilibradamente, e luzes passando janelas e portas, dando um visual extremamente real aos cenários. Outros aspectos visuais do jogo também foram refinados, como texturas em alta resolução que tornam as superfícies mais detalhadas, como areia que se dispersa enquanto estamos andando. Também há a presença de técnicas HDR, como no reflexo do sol ao lado de uma arma, e na água, fazendo a mesma parecer quentinha e gostosa de se nadar. Igualzinho o piscinão de Ramos.

Clico, amplio, ganho 2 trilhao de doleto
O game terá também a presença de zumbis, como anunciado na página oficial do Call of Duty no twitter, e com esta imagem que você vê ai em cima.

Quanto ao multiplayer, negada, a Treyarch não tem muito a nos informar... Mas o diretor de design David Vonderhaar decidiu provocar um pouquinho. O multiplayer de Black Ops II será habitado também em 2025. A empresa está ainda desenvolvendo a ideia de como a tecnologia futura se aplicará nãos só às armas, aos attachments e killstreaks, mas também aos robôs e drones. Ele diz o que já podemos imaginar, que essa nova tecnologia abre muitas oportunidades para ideias criativas. Por último, Vonderhaar nos diz que fazer Black Ops II aproveitável para os jogadores assistirem é muito importante.

Então Black Ops II promete ser um jogo com inovações importantes pelo menos à linha narrativa, com mudanças que os próprios players poderão fazer na mesma. Também promete melhorias nos aspectos gráficos, tornando o ambiente futurista também realista. Mesmo com tudo isso, a coisa que eu mais espero é um chimpanzé vestindo terno, fumando um charuto cubano e gerindo os Estados Unidos da América.